Saiba o que diferencia uma instituição da outra e entenda um pouco mais sobre a história do cooperativismo no Brasil.

Você já aprendeu por aqui sobre alguns conceitos do cooperativismo. Agora, para deixar a conversa cada vez mais clara e inspirados pelas dicas do assessor de investimentos Lucas Carulice, sócio do canal de educação financeira EQI, vamos mostrar quais são as diferenças básicas entre os bancos tradicionais e as cooperativas de crédito no Brasil. Vem com a gente!

1. Formação

Para começar, vamos falar sobre como essas instituições são formadas e seu funcionamento estrutural. Os bancos são sociedades baseadas no capital enquanto as cooperativas são sociedades de pessoas. E a importância disso você compreenderá no próximo item.

2. Usuários

Nos bancos tradicionais você é apenas um cliente, isso significa que as operações são basicamente comerciais entre os correntistas e o banco. Já nas cooperativas, você se torna um associado que pode ser considerado como um dos donos. E, sendo um dos donos, as decisões e produtos geram resultados diretamente relacionados ao seu investimento na cooperativa.

3. Interesses

Quem dá as cartas nos bancos são os acionistas e são eles que lucram com as transações das instituições. Os clientes não influenciam em nenhuma decisão interna. Nas cooperativas a conversa é diferente, uma vez que os associados têm votos equivalentes e todos os votos têm o mesmo valor, deixando claro que os interesses são pensados para o conjunto de cooperados. Não havendo então uma classe superior de investidores que ditam os movimentos da cooperativa. Aliás, todos os cooperados participam das decisões das políticas operacionais.

4. Objetivos primários

Para bancos trata-se do lucro para os acionistas. Simples assim. E não é que o lucro não seja importante para as cooperativas, mas lucrar coletivamente é a palavra de ordem, a partir da administração dos recursos financeiros dos associados de maneira vantajosa para todos.

5. Taxas

Essa é fácil de demonstrar a qualquer momento: as taxas e preços de produtos e serviços nas cooperativas podem chegar a ser até 20% menores que nos bancos tradicionais. Para saber mais, entre em contato com o Sicoob e conheça todas as soluções oferecidas.

6. Resultados

Já falamos sobre esse tópico em posts anteriores, mas nunca é demais reforçar: o lucro dos bancos é dividido entre os acionistas, enquanto nas cooperativas os rendimentos positivos são distribuídos entre todos os cooperados de acordo com suas respectivas participações. Lembra da cota-capital que também explicamos nos primeiros posts?

7. Comunidade

De uma forma geral, os bancos tradicionais não priorizam investimentos locais, uma vez que são instituições comumente globais com matrizes em grandes capitais. As cooperativas, por sua vez, retêm os recursos na cidade/município onde atuam, contribuindo para o desenvolvimento do mercado local.

Se você gostou do conteúdo e deseja aprofundar mais no assunto, o Banco Central lançou o ebook Cooperativas de Crédito – história da evolução normativa no Brasil que conta a história de como e quando o cooperativismo surgiu e mostra até uma cronologia das normas da operação no país. Um conteúdo muito rico em detalhes para você entender mais sobre as diferenças das instituições financeiras que tratamos neste post.

E para fazer parte do Sicoob, baixe o app ou procure uma cooperativa mais próxima de você. O mundo do cooperativismo está sempre de portas abertas para quem enxerga e valoriza novas oportunidades de crescimento coletivo.

Fonte: Blog Sicoob

 

 

 

 

 

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