Era manhã de sábado quando Ricardo recebeu o telefonema de um cliente dizendo que seu animal precisava de atendimento de emergência, que estava numa balsa, em um lugar de difícil acesso. Sem hesitar, saiu de casa rapidamente, se despedindo dos meninos e de mim com um beijo. “Volto assim que terminar”, foram suas últimas palavras.

As horas se passaram e meu marido não chegava, não dava notícias. Como era sábado, imaginei que Ricardo estivesse com os amigos tomando uma cervejinha, como era de praxe. Quando deu oito, nove da noite, saí em busca dele. Em vão. Passei no bar onde ele costumava frequentar, fui no consultório dele, liguei para alguns colegas de trabalho e amigos, e ninguém sabia me dizer nada que acalmasse meu coração desesperado.

Ficamos sem notícias até terça-feira. Foram os dias e as noites mais longas da minha vida. E ele nunca mais voltou, com vida. Claro que eu já vinha sendo preparada pelos meus familiares, durante o fim de semana, para receber essa notícia, mas eu não conseguia acreditar nessa possibilidade, e seguia firme com meus pensamentos positivos, enviando sempre boas vibrações para ele. Mas não deu. Sua hora havia chegado e nós nunca estamos preparados para isso.

O que você faria?

Vivendo meu luto, revi o vídeo do nosso casamento algumas vezes e me dei conta da felicidade que sentimos quando cantamos a música do Lenine, que diz assim uma das estrofes: “Meu amor, o que você faria, se só te restasse esse dia?”. Fiz essa pergunta várias vezes: me sentia perdida, mas não desamparada. Ricardo era um homem muito organizado, metódico; me tranquilizava sempre dizendo que as contas do mês estavam pagas, que não tínhamos dívidas. Logo que nos casamos, me colocou a par de toda a sua organização financeira e disse que tinha feito um seguro de vida logo que nos conhecemos. Ele nunca podia imaginar que esse dia iria chegar, mas como provedor da família que ansiava em formar, tratou logo de garantir um futuro para mim e nosso filhos que viriam logo depois.

Hoje, a Carolina está com 8 anos e o Vicente, com 5. Eles ainda têm a vida inteira pela frente e consigo ter forças para continuar na busca do meu sonho, que é vê-los formados, prontos para encarar os desafios. A falta que sentimos do Ricardo é muito grande, como pai, ficou um enorme vazio, mas a segurança financeira que nos deixou fez toda a diferença no modo como consegui enfrentar essa perda tão precoce para mim e nossa família. Nunca trabalhei, nem cheguei a cursar uma faculdade. Cuidava da casa, do marido e dos filhos pequenos, e agora já penso em voltar a estudar, a prestar vestibular e ter uma formação profissional para conseguir manter a minha vida e a dos meninos. No futuro, quem sabe, até montar uma pequena empresa.

[A história de Marina, esposa de Ricardo (nomes fictícios), é baseada em fatos reais da vida de um beneficiário de uma companhia de seguros].

Fonte: Blog Mongeral Aegon

 

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