Entenda as principais dúvidas financeiras que assombram a cabeça dos brasileiros.

 

Você já pensou em como gostaria de estar financeiramente daqui a cinco anos – e como fazer para conseguir isso? Sabe o que fazer para manter um padrão de vida saudável? Entende tudo sobre as novas contas digitais, que não cobram tarifas?

Essas e outras dúvidas financeiras você encontra, a seguir, com as orientações dos especialistas do SPC Brasil, Marcela Kawauti, economista-chefe, e José Vignoli, educador financeiro. Confira:

O que é viver de renda e quanto preciso para isso?

“É possível viver da renda vinda de alugueis ou do resultado de suas aplicações financeiras”, diz Vignoli. No primeiro caso, se os imóveis não foram fruto de herança, será necessário construir um patrimônio imobiliário que possa fazer frente às suas despesas, além da necessária manutenção dos imóveis, inclusive, quando não estão alugados.

No caso de viver de juros resultantes de aplicações financeiras, significa que você tem um montante investido e gastará apenas o rendimento dele, ou seja, os juros mensais ou anuais. O valor principal continuará guardado e não poderá ser gasto, caso queira manter o rendimento constante.

“O valor que você precisa acumular depende de quanto você quer receber por mês e de onde aplicará seu montante”, diz Marcela. Para se ter uma ideia, considerando a taxa de juros atual de 6,5% ao ano e um rendimento médio líquido de 4,88% ao ano para os títulos de renda fixa, caso você queira ganhar R$ 5 mil por mês, o valor a ter acumulado na renda fixa é de R$ 1.258.033 ou de R$ 1.345.960 na poupança.

Se o valor que quiser receber mensalmente de rendimentos for de R$ 10 mil, terá que ter R$ 2.516.065,80 investidos na renda fixa ou R$ 2.691.920,79 na poupança.

O que compensa mais para a aposentadoria: previdência privada ou títulos públicos?

A previdência privada é um tipo de aplicação financeira que deve fazer parte dos planos de investimento de longo prazo e ser alimentada com regularidade e disciplina. Os títulos públicos também podem fazer parte do planejamento. Eles possuem rendimentos acima da inflação, mas sem as taxas administrativas da previdência.

Segundo Marcela, hoje, o Tesouro IPCA+ possui papéis com vencimento superior a 30 anos, garantindo que o consumidor tenha sempre um rendimento real, independentemente das variações da inflação. É importante dizer que no caso do Tesouro IPCA+, você deve permanecer com seu papel até o vencimento para evitar perder dinheiro – isso significa que ele é um investimento de longo prazo e pode servir, sim, como uma forma de preservar o valor do seu dinheiro que está sendo guardado para a aposentadoria.

Vale a pena ter uma conta digital? Já dá para substituir as contas dos bancos tradicionais?

Os bancos e instituições financeiras digitais têm ganhado cada vez mais espaço junto aos brasileiros, graças à maior facilidade e agilidade em comparação aos bancos tradicionais, e aos custos cobrados pelos serviços, normalmente mais atrativos. Muitos não cobram tarifas, DOCs e TEDs. Já nas contas tradicionais, geralmente, paga-se uma tarifa mensal que dá direito a uma cesta de serviços, que pode incluir ou não esse tipo de transferência.

Mas antes de optar por uma conta digital ou tradicional, é necessário entender quais produtos bancários efetivamente serão usados por você.

Caso queira, já dá para ter apenas a conta digital, pois muitos bancos digitais, apesar de não possuírem agências, permitem sacar dinheiro no caixa 24 horas, oferecem atendimento via chat online e aplicativos interativos para você realizar suas próprias transações, incluindo investimentos. A regra é verificar, antes de abrir a conta, o que está incluso e o que será pago à parte.

E vale lembrar: o Banco Central determina que todo consumidor tenha direito a uma conta com os serviços essenciais sem custo – você pode solicitar em seu banco físico, pois ela não tem tarifa e pode ser vantajosa caso você use pouco a conta.

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Perdi o emprego, o que faço agora?

“Em primeiro lugar, é importante colocar as rendas e as despesas no papel – e separar o que é essencial daqueles gastos que podem ser cortados”, orienta Marcela. O ajuste deve ser feito de forma correta, ou seja, cortar de fato todos os gastos que não são essenciais.

Essa situação evidencia a importância de uma reserva financeira, que deve ser feita por todo o período em que você estiver trabalhando. É sempre indicado que o consumidor tenha guardado o equivalente a, pelo menos, 6 meses de gastos (tempo médio para a recolocação profissional). “Com uma reserva financeira, mesmo diante de uma situação dessas, fica mais fácil manter as contas em dia”, diz a economista.

Fui roubado, como faço com meus documentos e cartões?

O primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência na delegacia e procurar a instituição financeira para que os cartões (de débito e crédito) sejam bloqueados.

O porte de seus documentos nas mãos erradas pode trazer alguns riscos, como abertura de contas e crediários. Por isso, vale a pena contratar um serviço de monitoramento de CPF, como o SPC Avisa, que emite alertas a cada vez que esse documento for incluído, excluído, consultado ou alterado em um banco de dados.

O consumidor pode ser informado por email ou SMS, podendo assim agir facilmente e prevenir fraudes e cobranças indevidas.

Fonte: Meu Bolso Feliz

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