Dicas para que as finanças ajudem o casamento a dar certo.

 

Nós já comentamos aqui sobre situações em que a vida financeira interfere na amorosa.

Mas afinal, como lidar com as finanças em casal? É melhor ter uma conta conjunta ou contas separadas? Quais despesas devem ser divididas?

Pensando em perguntas assim, preparamos um guia com 5 dicas muito úteis para que as finanças ajudem o casamento a dar certo. Veja só:

1 – Organização é o primeiro passo

Se organizar-se e planejar-se financeiramente é importante para qualquer pessoa conseguir manter o equilíbrio do orçamento, em um casal essa importância se duplica.

Portanto, nada de deixar as contas de lado. Mantenham um controle frequente, acompanhando os gastos e despesas (tanto os que fazem em separado quanto os que são feitos em conjunto) e planejando-se para o que desejam comprar ou para os consumos que terão.

2 – Despesas divididas

Quais despesas devem ser divididas entre o casal? Bem, essa pergunta tem algumas variáveis, pode depender da renda de cada um e do acordo de cada casal. De qualquer forma, o mais justo seria dividir as despesas que os dois fazem juntos.

Ou seja, se moram juntos, por exemplo, ambos consomem juntos a água, a energia, o aluguel e/ou condomínio, etc. Então, seria interessante que ambos arcassem juntos com essas despesas.

Em outro caso, se vão juntos a um restaurante, a um bar ou ao cinema, o mais democrático também seria dividir as contas em partes iguais.

Agora, é verdade que nem sempre as rendas dos cônjuges são equivalentes. E pode haver acordos, como um paga a água e o outro a luz, ou um paga o restaurante e o outro o cinema, etc. O importante é não deixar de conversar sobre o assunto, para não deixar questões pendentes nem nada subentendido e para que nenhum dos dois se sinta prejudicado.

3 – Conta conjunta ou contas separadas?

Outra questão que pode variar segundo o entendimento de cada casal, mas que deve ser conversada, levando em conta os prós e contras de cada escolha. Basicamente, há três opções:

  • ter apenas uma conta conjunta em nome dos dois;
  • ter duas contas físicas separadas;
  • ter uma conta conjunta e mais duas contas pessoais.

Para os casais que moram juntos, criar uma conta conjunta pode ser interessante para concentrar as despesas comuns (aluguel, água, luz, etc.) e para constituir reservas (de emergência e para sonhos do casal).

Por outro lado, mesmo em um casal, sempre haverá gastos individuais, seja um almoço no trabalho, uma roupa, um presente, etc. Portanto, manter contas pessoais independentes também tem suas vantagens.

Para quem decide manter as contas pessoais e adotar mais uma conta conjunta, é válido considerar alternativas mais vantajosas, como as contas em cooperativas.

Veja: Conta em Cooperativa: um jeito de economizar e ganhar mais.

Para quem prefere ter apenas a conta conjunta, uma solução interessante para os gastos individuais é combinar uma mesada do casal, um valor fixo para os gastos pessoais de cada um, estabelecido de acordo com o planejamento financeiro do casal.

4 – Objetivos em comum

Cada pessoa tem seus desejos e projetos. Quando falamos em casais, existem ainda aqueles sonhos em comum, seja fazer uma viagem juntos, comprar um carro novo para a família ou ter um filho.

Ao fazer o planejamento financeiro do casal, tudo isso deve ser levado em conta. Assim, vocês podem juntar forças para atingir os objetivos em comum.

Nesse sentido, uma boa ideia é fazer uma aplicação conjunta destinada ao financiamento do sonho do casal. Afinal, investindo seu dinheiro, você pode multiplicá-lo. Quer saber como começar a fazer isso? Baixe gratuitamente o e-book Investimentos.

5 – Mantenham o controle

Manter o controle das contas não é só uma questão de observá-las sempre. Quando falamos de um casal, trata-se também de não esconder gastos, de não disfarçar comportamentos compulsivos, de conversar sobre o perfil econômico de cada um dos cônjuges e de tentar equilibrar as contas de modo satisfatório para ambos.

A melhor solução para isso é conversar sobre o orçamento do casal sempre que necessário e de forma sincera. Acompanhar de perto as contas também é fundamental. E outra ótima dica é criar uma reserva de emergência, para evitar problemas financeiros (e até discussões) em casos imprevistos.

Saiba mais em Reserva de Emergência: como economizar e começar a sua.

Fonte: O Seu Dinheiro Vale Mais

 

 

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