Tire suas dúvidas sobre o novo FIES e descubra outras opções.

 

Nem todo mundo consegue ou deseja estudar em uma universidade pública (seja pela concorrência, pela distância, pela qualidade ou outros motivos). Mas arcar com as mensalidades de uma faculdade particular também não é para qualquer um. E é aí que entra o financiamento estudantil.

Não sabe de onde tirar grana para pagar a faculdade? Calma! Existem alternativas para você fazer o seu curso superior em uma instituição particular, seja pagando aos poucos, seja pagando menos ou até sem pagar.

É verdade que as regras do FIES mudaram no ano passado. Mas ainda assim, você tem opções. E a gente vai te explicar tudo sobre o assunto. Confira:

Quais as opções para financiar os estudos?

O governo oferece três tipos de programas que ajudam no acesso à universidade:

  • SISU – Sistema de Seleção Unificada: Para estudantes bem classificados no ENEM terem acesso a vagas em universidades públicas;
  • PROUNI – Programa Universidade para Todos: Oferece bolsas de estudos de 50% a 100% do valor do curso em instituições particulares.
  • FIES – Fundo de Financiamento Estudantil: Concede crédito (que deve ser posteriormente quitado) para estudantes terem acesso a cursos particulares que tenham avaliação positiva no MEC.

Além desses programas, ainda existe a possibilidade de conseguir uma bolsa de estudos ou fazer um estágio que financie seus gastos, por exemplo. Neste outro post damos mais detalhes sobre os programas públicos e outras opções que você tem para financiar seus estudos.

O novo FIES

Uma das principais novidades do FIES é que, agora, ele tem duas modalidades:

  • Modalidade Fies: Sem cobrança de juros, para estudantes com renda familiar (per capita) de até 3 salários mínimos. O aluno começa a pagar de acordo com seu limite de renda.
  • Modalidade P-Fies: Com juros, para estudantes com renda familiar (per capita) entre 3 e 5 salários mínimos. O financiamento também pode ser contratado em bancos privados que oferecem essa modalidade.

Você paga antes ou depois de se formar?

Com o novo FIES, não há mais carência para o pagamento. A partir do mês primeiro mês após concluir o curso, o estudante que já possua renda começa a quitar o financiamento. E o desconto é feito direto da folha de pagamento.

Caso o estudante já formado não possua renda ou perca o emprego enquanto está pagando a dívida, são cobradas prestações mensais mínimas até o pagamento total.

O prazo e os juros vão depender da modalidade de FIES e do banco com o qual foi feito o financiamento. Mas o MEC estabelece um limite de 14 anos para a quitação total do crédito.

Além disso, é bom saber que você pode adiantar os pagamentos do FIES se tiver condições para isso. Basta negociar diretamente com a instituição financeira onde fez o contrato.

Agora, mesmo que você decida pagar tudo só depois de se formar, durante o curso, o estudante que está no FIES é obrigado a contratar um seguro de vida (que pode ser negociado a parte do financiamento, inclusive, com outra instituição financeira, se for o caso).

E se você desistir do curso?

Não tem jeito, quem contrata um financiamento tem que pagar por ele. Caso você desista do curso e já tenha um financiamento do FIES contratado, o que dá para fazer é suspendê-lo temporariamente (por até 4 semestres), até encontrar outro curso. Para isso, busque a Comissão do FIES na faculdade onde estuda.

Dá para renegociar o financiamento estudantil?

Fique atento: o financiamento pelo FIES tem reajustes previstos em contrato. Por outro lado, para quem está com o pagamento atrasado, também há solução: renegociar a dívida, seja reparcelando ou reescalonando o débito. Para isso, é preciso procurar a instituição financeira em que foi feito o financiamento.

Mais uma alternativa: o financiamento privado

Como mencionamos, você não tem somente a opção de entrar em um programa público para conseguir uma vaga na universidade; pode também tentar uma bolsa junto à faculdade que deseja ou até optar por um financiamento privado.

O financiamento estudantil privado é oferecido por diversas instituições financeiras e não está restrito somente a cursos superiores. Pode ser para cursos de nível médio, cursos de idiomas, para intercâmbios e até para a compra de material escolar.

A questão é escolher com cuidado a instituição em que vai fazer o financiamento, atento a todas as taxas, ao prazo para quitação, às condições de pagamento e de negociação e, sobretudo ao Custo Efetivo Total da operação (CET).

Se for o caso de fazer um financiamento estudantil privado, uma boa dica é procurar por opções como as cooperativas financeiras, que costumam cobrar taxas bem menores do que os bancos comuns e ainda oferecem outras vantagens.

Fonte: O Seu Dinheiro Vale Mais

 

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