Games, robôs e outras tecnologias para ajudar professores e motivar alunos.

 

Há algum tempo, para comemorar o Dia dos Professores, havia quem os presenteasse com uma maçã ou um ramalhete de flores. Adaptando essa ideia ao panorama mais tecnológico da atualidade (e tendo em vista que seria difícil levar uma maçã a cada professor do Brasil, já que todos merecem uma homenagem), decidimos fazer um post especial para celebrar a data, tratando justamente da relação entre educação e tecnologia.

É visível que o desenvolvimento tecnológico tem provocado mudanças em todos os âmbitos da nossa sociedade. É fato, por exemplo, que os telefones celulares já invadiram as salas de aula, ainda que precisem ficar guardados dentro da mochila em alguns casos. Mas nem sempre aparelhos como esses precisam ser vistos como meios de distração.

Como muitos professores e escolas já têm percebido, as salas de informática já não são os únicos espaços para o ensino híbrido (que combina a educação tradicional e as ferramentas digitais). A adoção e o incentivo ao uso de sites, aplicativos e plataformas que contribuam para o aprendizado dos alunos não é apenas uma estratégia para adaptar-se aos novos tempos, mas também uma maneira de tornar as aulas mais atraentes e de aprimorar o processo educativo.

Portanto, conheça a seguir algumas tendências e algumas ferramentas tecnológicas de ensino que podem potencializar o aprendizado de alunos de todas as idades. E confira, ao final, boas dicas para tirar melhor proveito das tecnologias educativas.

Gamificação e robótica a favor do aprendizado

Utilizar práticas lúdicas com propósitos pedagógicos é uma das vantagens das tendências que aliam educação e tecnologia, como a gamificação e a robótica.

É possível ensinar conceitos matemáticos e físicos, na prática, por meio da construção de robôs, por exemplo. Os professores podem também usar jogos para trabalhar o desenvolvimento cognitivo de seus alunos.

Estratégias como essas ainda incentivam uma maior interação dos estudantes e estimulam o gosto pelo aprendizado.

Entre as plataformas que oferecem esse tipo de práticas, vale a pena conhecer a CodeMonkey – que disponibiliza cursos na forma de jogos para ensinar programação a crianças – e a brasileira Mundo 4D – que trabalha incorporando a robótica ao currículo de escolas parceiras.

LET: Lean Education Technology

A metodologia de ensino LET combina o Lean Startup (abordagem voltada ao empreendedorismo) com o Design Thinking (desenvolvimento com foco no ser humano e voltado à resolução de problemas). Ou seja, trata-se de inserir a ideia de empreendedorismo no dia a dia dos jovens desde cedo, estimulando a criatividade, o pensamento crítico, a comunicação e a colaboração.

Uma plataforma que leva esse tipo de ensino à escolas de todo o Brasil é a Happy Code que conta com um currículo completo de programação, robótica e maker, além de um espaço digital para professores e alunos se conectarem à nuvem educacional.

Tecnologia na educação corporativa 

Aprender com jogos, robôs e outras tecnologias não é envolvente apenas para os pequenos. Sabendo disso, diversas empresas também têm se dedicado ao desenvolvimento de ferramentas tecnológicas para o ensino corporativo.

Coorpacademypor exemplo, é uma plataforma que oferece mais de 1.000 cursos gamificados em vários idiomas. Outro caso é o da brasileira Niduu, que disponibiliza um aplicativo gamificado para o aperfeiçoamento de colaboradores. Enquanto isso, outra brasileira, a Witseed é voltada ao desenvolvimento de conteúdo audiovisual para educação corporativa, contando com um conselho de educação dedicado a cada cliente.

Outras dicas para combinar educação e tecnologia 

  • Aproveite os webcomics para despertar o gosto pela leitura nas crianças. Com o tempo, eles podem também ser incentivados a criar seus próprios webcomics.
  • Descubra e indique bons videologs de literatura no Youtube para incentivar a curiosidade dos jovens pela leitura.
  • Descubra e indique boas fontes online de pesquisa. E ajude os jovens a identificarem os textos relevantes e verídicos, diferenciando-os de fake news.
  • Converse sobre cyberbullying, sobre comportamentos estereotipados em redes sociais e sobre boas práticas de comunicação.

Aproveitando práticas e tecnologias como essas, é possível criar experiências de ensino e aprendizagem mais envolventes e conectadas ao dia a dia das crianças e jovens da nova geração.

Fonte: O Seu Dinheiro Vale Mais

 

 

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